sexta-feira, 9 de março de 2012

Mecânica

Carros do futuro dispensarão semáforos nos cruzamentos

Sistemas de trânsito inteligentes
Os carros que andam sem motorista não são mais novidade.
A Europa, por exemplo, pretende ter carros autônomos trafegando pelas ruas dentro de 10 anos. Por isso, a Alemanha já começou a testar seus carros inteligentes.
Para que tudo isso se torne realidade, contudo, não basta fabricar pilotos automáticos para carros.
Será necessário também construir sistemas de trânsito capazes de tomar suas próprias decisões - como coordenar veículos sem motorista em um cruzamento, por exemplo.
Este é o trabalho encarado pelo Dr. Peter Stone, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos.
Carros do futuro dispensarão semáforos em cruzamentos


Feche os olhos no cruzamento
O pesquisador apresentou a primeira versão de um programa de código aberto capaz de coordenar automaticamente uma interseção viária, de múltiplas conversões, sem semáforos e sem exigir que os carros parem.
O trânsito intenso no cruzamento mostrado nas simulações parece absolutamente caótico.
A maioria dos motoristas, a bordo de carros guiados automaticamente, provavelmente vá preferir fechar os olhos nos cruzamentos, porque os carros passam muito perto uns dos outros, praticamente na velocidade normal da via.
Carros do futuro dispensarão semáforos em cruzamentos
O sistema foi testado na prática com apenas um carro, mas roda com eficiência total nos simuladores. [Imagem: University of Texas at Austin]
Mas o fato é que o sistema do Dr. Stone não registra a ocorrência de nenhuma colisão.
Ao se aproximar do cruzamento, o agente-motorista - cada carro com piloto automático é um agente-motorista no simulador - reserva um espaço e um horário para passar pelo cruzamento.
Um agente árbitro, chamado "gerente de cruzamento", recebe e faz o agendamento das solicitações, eventualmente desenvolvendo aos agentes-motoristas instruções para ajustar sua velocidade.
O resultado é um festival de "finas", com os carros passando raspando uns pelos outros, mas sem nunca bater.
Direção inteligente
Stone e sua equipe usaram algoritmos de inteligência artificial para criar os agentes e estruturar o cruzamento virtual, por onde passam apenas carros dotados de um sistema de direção automática.
Por enquanto o sistema foi testado na prática com apenas um carro, mas roda com eficiência total nos simuladores.
"Os computadores já podem pilotar um jato de passageiros de forma muito similar a um piloto humano treinado, mas as pessoas ainda se deparam com a perigosa tarefa de dirigir carros," diz ele.
"Estão sendo desenvolvidos veículos que serão capazes de lidar sozinhos com a maioria das tarefas de direção. Contudo, conforme esses carros autônomos se tornem mais populares, precisaremos coordenar esses veículos na rua," conclui.
O simulador, assim como seu código-fonte, está disponível na página do projeto Gerenciamento Autônomo de Interseções, no endereço http://www.cs.utexas.edu/~aim/.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=carros-futuro-dispensarao-semaforos-cruzamentos&id=010170120224&ebol=sim









segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

CURIOSIDADES

Sonho da inteligência artificial continua

Genevieve Bell - BBC - 12/01/2012
Sonho da inteligência artificial continua

Os serviços parecem estar ficando melhores. Mas robôs conscientes ainda pertencem ao reino da ficção científica. [Imagem: Jared C. Benedict/MIT Media Lab]
Genevieve Bell é antropóloga e diretora do centro de pesquisa e interação do Intel Labs.
Este é um artigo de opinião.


Cérebro de siri
Em 1984, o cineasta James Cameron imaginou um mundo no qual computadores adquiriam inteligência artificial, passando a destruir sistematicamente a humanidade.
O sistema Skynet, de "O Exterminador do Futuro", iria destruir o mundo em 2011.

Sobrevivemos sem nenhum cataclisma a 2011 e o mais próximo que chegamos dos computadores com inteligência artificial foi com o Siri, da Apple.
O Siri não se promove como sendo inteligente, embora prometa ouvir e aprender e, tomara, resolva não nos destruir.
Parece que em 2012 um computador irá passar pelo Teste de Turing, o exame que detecta sistemas inteligentes, deixando-nos mais próximos da inteligência artificial plena.
Ironicamente, a maioria das pessoas não irá se importar com isso.
Máquinas que cuidam
Impressiona a forma como o debate em torno dos objetivos do "computador-humano" se descolou do Teste de Turing e da noção de que uma máquina pareça humana ao estimular o pensamento e a interpretação.
Por ora, queremos mais. Queremos máquinas que cuidem das pessoas e não apenas que pensem como nós. Máquinas que cuidem de nossos interesses.
Há sinais de que tais máquinas já estão no horizonte, o que é bom.
Os equipamentos digitais que nos rodeiam ainda são muito inseguros e requerem garantias constantes. Os atuais sistemas ainda dependem de muita coisa: energia, conectividade, senhas, conteúdos, etc.
Às vezes penso que se nossos equipamentos fossem pessoas, seriam de difícil manutenção. Nos perguntaríamos se não valeria a pena romper com eles.
O problema se torna mais agudo se continuarmos a adquirir mais aparelhos no ritmo atual - e nós continuaremos. Se há um limite para quantos dispositivos e serviços queremos em nossas vidas, não parece que já o tenhamos descoberto.
Máquinas conscientes?
Acho, no entanto, que em 2012 começaremos a ver sinais de mudança em nossa relação com esses equipamentos.
Não falo apenas de novas formas de interface e interação. Há menos sobre reconhecimento de voz e gesto e mais sobre máquinas que são contextualmente conscientes.
E há muita tecnologia séria no trabalho para fazer com que isso aconteça - câmeras que sabem como fazer você aparecer no seu melhor estado, serviços inteligentes que sabem suas preferências e fazem as melhores escolhas para lhe agradar e surpreender.
Creio que estamos vendo nossa interação com os serviços digitais amadurecendo para algo mais próximo a uma relação e menos a algo de trabalho árduo.
Mais do mesmo
Claro, muito disso ainda está um pouco distante. Enquanto não chega, podemos nos concentrar em outras coisas.
Nos últimos anos, vimos surgir equipamentos que nos ajudam a fazer download e consumir conteúdo. Eles são ótimos e já acharam seu espaço em nossas casas e mochilas.
E há mais por vir, já que todos gostamos de uma boa história. Mas acho que 2012 será um ano no qual nosso desejo para fazer coisas, e não apenas consumir, realmente florescerá.
Seja por meio da cultura dominante do faça você mesmo, com eventos do tipo Make Faire nos Estados Unidos (festival de projetos científicos) ou o aparecimento do steampunk, gênero de ficção científica que reimagina a era vitoriana. Seja [pelas comunidades virtuais] ou com a criação de conteúdo gerado pelos usuários, creio que a possibilidade de se expressar nunca foi tão relevante.
Queremos ser criadores, não consumidores.
O número crescente de laptops, que são mais leves e funcionais, oferecendo a oportunidade para novas experiências e significados, ou o aparecimento de câmeras digitais menores e mais ágeis, com recursos que nos ajudam a tirar a foto que realmente queremos mostram que as tecnologias para criar, compartilhar e aprimorar parecem promissoras em 2012.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sonho-inteligencia-artificial&id=010150120112

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CURIOSIDADES

Avião não-tripulado usará energia do sol e do vento


Avião solar
O estudante Wesam Al Sabban, da Universidade de Queensland, na Austrália, aceitou um desafio que poucos pós-doutores encarariam.
Ele está construindo um avião não-tripulado que usa o vento e o sol para permanecer longos períodos no ar.
A NASA constrói aviões solares desde o final do século passado e um avião solar está prestes a dar a volta ao mundo.
Mas, ao se concentrar em um modelo menor, Al Sabban planeja fazer um avião que, além de aproveitar a energia solar, também tire proveito das térmicas, colunas ascendentes de ar quente que os pássaros usam para voar gastando menos energia.
"Nós estamos estudando a forma como os pássaros usam a energia dos ventos para voar com um gasto mínimo de energia, a forma como eles planam e usam todos os tipos de vento para se mover e mudar o rumo de seu voo," diz ele.

Avião não-tripulado usará energia do sol e do vento















Sensores e inteligência artificial
O cerne da pesquisa está em um sistema de sensores e um programa de inteligência artificial, capaz de levar em conta a intensidade solar e detectar os padrões de vento.
Isso permitirá que o próprio avião "escolha" a técnica mais adequada para se manter no ar a cada momento.
"Como ele vai usar a energia do sol e a energia do vento, irá será mais barato de operar do que os aviões autônomos disponíveis no mercado," diz Al Sabban.
E o futuro pesquisador aparentemente não terá problemas de financiamento para a construção de seus protótipos em maior escala: ele está sendo financiado pelo governo da Arábia Saudita.

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aviao-nao-tripulado-energia-sol-vento&id=010170120127&ebol=sim















quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Aquecimento global pode evitar nova Era Glacial

Aquecimento benéfico?
Cientistas estão afirmando que as emissões de dióxido de carbono (CO2) causadas pela ação do homem irão retardar o início da próxima Era Glacial.
Segundo os estudiosos, os gases causadores do efeito estufa, entre eles o CO2, emitidos pelo ser humano estão na base do fenômeno do aquecimento global.

Com informações da BBC - 10/01/2012
Aquecimento global pode evitar nova Era Glacial

A última Era Glacial terminou há 11.500 anos, e os cientistas vêm há tempos discutindo quando a próxima começaria.[Imagem: BBC]

A última Era Glacial terminou há 11.500 anos, e  os cientistas vêm há tempos discutindo quando a próxima começaria.
Os pesquisadores usaram dados da órbita da Terra e outros itens para encontrar o período interglacial mais parecido com o atual.
Em um artigo publicado na revista Nature Geoscience, eles afirmam que a próxima Era Glacial poderia começar em 1.500 anos, mas que isso não acontecerá por causa do elevado nível de emissões de gases de efeito estufa.

"Nos atuais níveis de CO2, mesmo se as emissões parassem agora teríamos provavelmente uma longa duração interglacial determinada por quaisquer processos de longo prazo que poderiam começar para reduzir o CO2 atmosférico", afirma o coordenador da pesquisa, Luke Skinner, da Universidade de Cambridge.
O grupo de Skinner, que também inclui cientistas da Universidade College de Londres, da Universidade da Flórida e da Universidade de Bergen, na Noruega, calcula que a concentração atmosférica de CO2 deveria cair para menos de 240 partes por milhão (ppm) para que a glaciação pudesse começar.
O atual nível de CO2 é de cerca de 390 ppm, e outros grupos de pesquisadores já mostraram que, mesmo se as emissões parassem instantaneamente, as concentrações se manteriam elevadas por pelo menos mil anos, o suficiente para que o calor armazenado nos oceanos provocasse potencialmente um significativo derretimento do gelo polar e o aumento do nível do mar.
Ciclos de Milankovitch
A causa básica das transições entre as Eras Glaciais e os períodos interglaciais são as variações sutis na órbita terrestre, conhecidas como ciclos de Milankovitch, descritas pelo cientista sérvio Milutin Milankovitch há quase um século.
Essas variações ocorrem em períodos de dezenas de milhares de anos.
A maneira precisa como elas mudam o clima da Terra entre os períodos interglaciais, mais quentes, e as Eras Glaciais, a cada 100 mil anos mais ou menos, não é conhecida.
Por si só, as variações não são capazes de levar a uma diferença de temperaturas de cerca de 10 graus Celsius entre a Era Glacial e o período interglacial.
As pequenas variações iniciais são amplificadas por vários fatores, incluindo o lançamento de dióxido de carbono na atmosfera, quando o aquecimento começa, e a absorção do gás pelos oceanos, quando o gelo se forma novamente.
Também está claro que cada transição é diferente das anteriores porque a combinação precisa de fatores orbitais não se repete exatamente - apesar de condições muito semelhantes acontecerem a cada 400 mil anos.
As diferenças de um ciclo para o seguinte seriam a razão de os períodos interglaciais não terem sempre a mesma duração.


Aquecimento global pode evitar nova Era Glacial
Grupos que se opõem à limitação das emissões de gases de efeito estufa dizem que elas podem evitar nova Era Glacial. [Imagem: BBC]

Transição para Era Glacial
Usando análises de dados da órbita terrestre, além de amostras de rochas retiradas do fundo do oceano, a equipe de Skinner identificou um episódio chamado Estágio Marinho Isótopo 19c (ou MIS19c), há 780 mil anos, que se parece muito com o presente.
Segundo eles, a transição para a Era Glacial foi sinalizada por um período quando o esfriamento e o aquecimento se revezaram entre os hemisférios norte e sul, provocados por interrupções na circulação global de correntes oceânicas.
Se a analogia ao MIS19c for correta, essa transição deveria começar em 1.500 anos, segundo os pesquisadores, se as concentrações de CO2 estivessem em níveis "naturais".
As conclusões mais amplas dos pesquisadores foram endossadas por Lawrence Mysak, professor-emérito de ciências atmosféricas e oceânicas na Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, que também investigou as transições entre as Eras Glaciais e os períodos interglaciais.
"A questão-chave é que eles estão olhando para 800 mil anos atrás, o que é duas vezes o ciclo de 400 mil anos, então eles estão olhando para o período correto em termos do que poderia ocorrer sob a ausência de forças antropogênicas", disse ele à BBC.
Mas ele sugeriu que o nível de 240 ppm de CO2 para provocar a próxima glaciação poderia ser muito baixo. Outros estudos sugeriram que esse nível poderia ser 20 ou até 30 ppm mais alto.
"Mas em todo caso, o problema é como chegamos a 240, 250 ou o que quer que seja? A absorção pelos oceanos leva milhares ou dezenas de milhares de anos, então não acho que seja realista pensar que veremos a próxima glaciação na escala natural", explicou Mysak.
Briga política
Grupos que se opõem à limitação das emissões de gases do efeito estufa já citam o estudo como uma razão para apoiar a manutenção das emissões humanas de CO2.
O grupo britânico Global Warming Policy Foundation, por exemplo, cita um ensaio de 1999 dos astrônomos Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, que argumentavam: "A volta das condições da Era Glacial deixaria grandes frações das maiores áreas produtoras de alimentos do mundo inoperantes, e levaria inevitavelmente à extinção da maioria da população humana presente".
"Precisamos buscar um efeito estufa sustentado para manter o presente clima mundial vantajoso. Isso implica a habilidade de injetar efetivamente gases do efeito estufa na atmosfera, o oposto do que os ambientalistas estão erroneamente defendendo", dizem.
Luke Skinner e sua equipe já antecipavam esse tipo de reação.
"É uma discussão filosófica interessante. Poderíamos estar melhor em um mundo mais quente do que em uma glaciação? Provavelmente sim," observa ele.
"Mas estaríamos perdendo o ponto central da discussão, porque a direção em que estamos indo não é manter nosso clima quente atual, mas um aquecimento ainda maior, e adicionar CO2 a um clima quente é muito diferente de adicionar a um clima frio", diz.
"O ritmo de mudança com o CO2 é basicamente sem precedentes, e há enormes consequências se não pudemos lidar com isso", afirma.
Bibliografia:

Determining the natural length of the current interglacial
P. C. Tzedakis, J. E. T. Channell, D. A. Hodell, H. F. Kleiven, L. C. Skinner
Nature Geoscience
09 January 2012
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/ngeo1358

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aquecimento-global-evita-nova-era-glacial&id=010125120110&ebol=sim

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

CONFRATERNIZAÇÃO 2011

CONVITE

CONVIDAMOS A TODOS OS ALUNOS DO POC PARA O GRANDE SHOW DA CANTORA POP INTERNACIONAL KEKELL SÁ

DIA 17/12/2011
HORÁRIO: 08:00
LOCAL: GINASIO DO POC
IMPERDIVEL VOCÊ NÃO PODE FALTAR

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Desafio

Desafio postado pelo Professor Evanilson.
Um número é:
entre 200 e 250;
múltiplo de 9;
quando dividido por 5 deixa resto 3;
quando dividido por 2 deixa resto 1.

Qual é este número?

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

CURIOSIDADES

Transistores de algodão abrem caminho para roupas eletrônicas

Roupas eletrônicas

Há cerca de um ano, uma equipe da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, criou fibras de algodão capazes de conduzir eletricidade.

Isto abriu pela primeira vez a possibilidade de criar roupas inteligentes sem a necessidade de misturar fios metálicos com as fibras durante o processo de tecelagem.

Transistores de algodão abrem caminho para roupas eletrônicas













Agora, a equipe do Dr. Juan Hinestroza deu um salto rumo não apenas a roupas dotadas de alguma compatibilidade com os equipamentos eletrônicos, mas roupas que verdadeiramente incorporem os circuitos eletrônicos.

Equipamentos eletrônicos de vestir

A equipe de Hinestroza usou seus fios eletrificados de algodão como base para criar transistores totalmente funcionais.

"A criação de transistores de fibras de algodão abre a perspectiva para a integração total dos eletrônicos com os tecidos, permitindo a criação de equipamentos eletrônicos de vestir," afirmou o pesquisador.

Entre as possibilidades para o curto prazo, o pesquisador aponta tecidos capazes de monitorar a temperatura do corpo, aquecendo-se ou resfriando-se automaticamente em resposta a essas variações de temperatura.

Os primeiros circuitos eletrônicos de vestir, segundo ele, deverão ser monitores biomédicos, para acompanhar o ritmo cardíaco e a pressão sanguínea de pacientes, assim como monitores físicos para atletas de ponta.

"Talvez um dia nós possamos até mesmo construir computadores de fibras de algodão de forma similar ao quipu, um instrumento de registro contábil baseado em nós usado pelo império Inca, no Peru," afirma o pesquisador.

Transistores de algodão

A técnica usa uma mistura de nanopartículas de ouro e polímeros condutores e semicondutores para ajustar o comportamento das fibras naturais de algodão.

Esses polímeros, frutos da chamada eletrônica orgânica, são os responsáveis pelo salto em relação aos fios eletrificados de algodão, demonstrados anteriormente, e foram obtidos em colaboração com equipes italianas e francesas.

A nova mistura permitiu a criação de um revestimento perfeito da superfície irregular dos fios naturais de algodão, permitindo ajustar suas propriedades eletrônicas.

As camadas de revestimento são aplicadas umas sobre as outras, mas cada uma delas é tão fina que mesmo o conjunto todo não chega a afetar a flexibilidade do algodão.

Os pesquisadores demonstraram o funcionamento de dois tipos de transistores, o mais tradicional transístor de efeito de campo e um transístor eletroquímico orgânico, também já usado industrialmente.

FONTE:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistores-algodao&id=010110111031&ebol=sim